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Capa de “O altar das montanhas de Minas”, de Jaime Prado Gouvêa. Grande livro.

Capa de “O altar das montanhas de Minas”, de Jaime Prado Gouvêa. Grande livro.

12:07 pm: sobretudo

quote
Costumo dizer que mais importante que o jogo é o jogador, mais importante que o jogador é a jogada, mais importante do que a jogada é o gesto.
02:23 pm: sobretudo1 note

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Armando Nogueira (1927-2010)

Armando Nogueira (1927-2010)

01:41 pm: sobretudo1 note

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http://vidabreve.com/uncategorized/a-escolhida

Textaço do Humberto Werneck no Vida Breve, sobre seus tempos de bailinhos e conhecido da Dilminha - sim, ela mesma, Dilma Rousseff, a mãe do PAC.

07:08 pm: sobretudo1 note

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o GP da Austrália foi uma corridaça. uma das melhores dos últimos anos, seguramente. acabei perdendo os primeiros 10 minutos de prova, então não vi a largada ao vivo, mas depois vi no replay os incidentes que deixaram Alonso e Schumi para trás; só não vi a repetição do acidente que tirou alguns carros da pista.Alonso e Schumacher fizeram uma bela corrida de recuperação, sendo que o alemão deixou um pouco a desejar, talvez por conta de limitações do carro. Alonso mostrou mais uma vez o piloto que é: depois de passar por maus bocados, inclusive tendo que suportar uma pressão tremenda de Hamilton, conseguiu chegar na quarta colocação.Hamilton, aliás, fez de tudo: de ultrapassagens sensacionais, passando por erros primários, a uma barbaridade no fim da prova, quando tentava superar Alonso. sua impetuosidade lhe custou, por ele ter muita sorte, apenas uma posição - estava em quinto, terminou em sexto -, mas quase custa a corrida de Mark Weber, que estava em sexto e terminou em nono.Vettel, que largou na pole e liderou a corrida por algumas voltas, teve problemas no freio e abandonou a prova na 25ª volta.a surpresa da corrida ficou por conta de Robert Kubica, da Renault, que terminou em segundo lugar, logo à frente de Felipe Massa.mas o sortudo mesmo foi Jenson Button, o vencedor da corrida. largou em quarto, não lembro em que posição ficou depois da largada, mas foi o primeiro a trocar o pneu intermediário por pneus lisos, e isso lhe deu uma enorme vantagem em relação a todos os outros, porque enquanto os outros iriam fazer ainda suas trocas, ele já estava com o tipo de pneu ideal para as condições da pista. foi só ter paciência e tranquilidade para fazer as devidas ultrapassagens e levar o carro para a vitória. fácil, fácil.por fim, o bom e velho Barrichello. fez uma corrida correta, no limite de suas possibilidades. largou em oitavo, ficou um bom tempo na nona e na décima colocação, mas no fim, com o incidente envolvendo Hamilton e Weber, Rubinho saiu no lucro e voltou para sua posição de origem. é torcer agora para que a Williams evolua mais para a próxima corrida.
(na foto, do G1, Button e Massa)

o GP da Austrália foi uma corridaça. uma das melhores dos últimos anos, seguramente. acabei perdendo os primeiros 10 minutos de prova, então não vi a largada ao vivo, mas depois vi no replay os incidentes que deixaram Alonso e Schumi para trás; só não vi a repetição do acidente que tirou alguns carros da pista.

Alonso e Schumacher fizeram uma bela corrida de recuperação, sendo que o alemão deixou um pouco a desejar, talvez por conta de limitações do carro. Alonso mostrou mais uma vez o piloto que é: depois de passar por maus bocados, inclusive tendo que suportar uma pressão tremenda de Hamilton, conseguiu chegar na quarta colocação.

Hamilton, aliás, fez de tudo: de ultrapassagens sensacionais, passando por erros primários, a uma barbaridade no fim da prova, quando tentava superar Alonso. sua impetuosidade lhe custou, por ele ter muita sorte, apenas uma posição - estava em quinto, terminou em sexto -, mas quase custa a corrida de Mark Weber, que estava em sexto e terminou em nono.

Vettel, que largou na pole e liderou a corrida por algumas voltas, teve problemas no freio e abandonou a prova na 25ª volta.

a surpresa da corrida ficou por conta de Robert Kubica, da Renault, que terminou em segundo lugar, logo à frente de Felipe Massa.

mas o sortudo mesmo foi Jenson Button, o vencedor da corrida. largou em quarto, não lembro em que posição ficou depois da largada, mas foi o primeiro a trocar o pneu intermediário por pneus lisos, e isso lhe deu uma enorme vantagem em relação a todos os outros, porque enquanto os outros iriam fazer ainda suas trocas, ele já estava com o tipo de pneu ideal para as condições da pista. foi só ter paciência e tranquilidade para fazer as devidas ultrapassagens e levar o carro para a vitória. fácil, fácil.

por fim, o bom e velho Barrichello. fez uma corrida correta, no limite de suas possibilidades. largou em oitavo, ficou um bom tempo na nona e na décima colocação, mas no fim, com o incidente envolvendo Hamilton e Weber, Rubinho saiu no lucro e voltou para sua posição de origem. é torcer agora para que a Williams evolua mais para a próxima corrida.

(na foto, do G1, Button e Massa)

05:16 am: sobretudo1 note

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querer definir ou encerrar a relação que existe entre nós, pessoas de carne e osso, e aquilo que chamamos de “obras de arte”, seja um livro, uma pintura, uma fotografia, uma música, um filme, enfim, qualquer manifestação artística, além de ser perigoso - porque você vai mostrar apenas a tua visão, que não é necessariamente a de todos (quiça talvez seja apenas a tua) - é também presunçoso, porque, bem, quem você pensa que é pra tentar encerrar alguma coisa?

mas não resisto e, como sou um tanto presunçoso, dou aqui o meu pitaco.

acho que o tipo mais agradável de obra de arte é aquele que te faz esquecer do tempo, que te isola num lugar espaço-tempo que, se vocês se permitirem uma licença poética, não existe. é como se você fosse colocado num local onde o tempo simplesmente não existe - para você. ao seu redor, fora desse lugar hipotético e utópico, o tempo passa, as coisas acontecem, seguem seu rumo. mas você está quase que num ponto de fuga, uma espécie de marco zero de lugar nenhum.

isso acontece quando você começa a ler um livro que te envolve tanto que não percebe que as páginas estão avançando rapidamente, que já escureceu, sendo que você tinha começado a ler depois do almoço.

ou quando, como aconteceu comigo agora, você põe um disco para tocar, continua fazendo suas obrigações e, de repente, sem que você tenha se dado conta, ele chega na última música. você toma aquele susto, pensa “mas já?”, e põe o disco para tocar de novo. é assim.

a saber: “Maior abandonado”, do Barão Vermelho.

11:50 pm: sobretudo

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“que tempo mais vagabundo/ esse agora/ que escolheram pra gente viver”
versos de “Milagres”, música do Barão Vermelho, a melhor banda de rock BR de todos os tempos.

“que tempo mais vagabundo/ esse agora/ que escolheram pra gente viver”

versos de “Milagres”, música do Barão Vermelho, a melhor banda de rock BR de todos os tempos.

01:28 pm: sobretudo1 note

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Rubinho no treino que terminou agora há pouco. Ele larga em 8º, posição melhor do que ele esperava, que era a 9ª.
E amanhã tem corujão de novo!

Rubinho no treino que terminou agora há pouco. Ele larga em 8º, posição melhor do que ele esperava, que era a 9ª.

E amanhã tem corujão de novo!

04:26 am: sobretudo

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tempos complicados estes em que vivemos. ou então eu é que sou conservador demais.

no 13º Salão de Artes Visuais da Cidade do Natal, um indivíduo fez uma performance digna de nem sei o que: tirou a roupa, ficou de quatro e, de dentro de onde só deveria sair coisas, em vez de entrar, tirou um terço que ele mesmo havia colocado lá dentro. se estão duvidando é só clicar no link aí, tem até foto do rapaz no momento da ação. diz ele e o pessoal que aceitou a inscrição da performance dele que isso é arte.

semanas atrás uma escritora ficou confinada numa casa de vidro, numa livraria. também era uma performance, a escritora deu lá suas explicações para o confinamento etc.

sinceramente, para mim nada disso tem a ver com arte. tem a ver com outra coisa, que também sinceramente não sei direito como denominar.

12:28 am: sobretudo

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acabo de ler no G1 que teve uma turma pedindo o linchamento de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá.

ora, eles estão sendo julgados, vão receber a sentença e seja o que Deus quiser. o que diabos tem esse povo a ver com isso? todos queremos justiça, mas as coisas não se resolvem dessa forma. essa sede por vingança é assustadora.

pra piorar a situação, o circo armado em torno desse julgamento é de dar inveja a qualquer reality show. vão instalar um sistema de som no fórum para quem está de fora ouvir a sentença. é um absurdo.

quem dera o brasileiro tivesse todo esse empenho para cobrar dos políticos vergonha na cara e fazer protestos contra os absurdos de corrupção que vemos quase todos os dias.

11:25 pm: sobretudo


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